30 de setembro de 2011

Cheques carecas


Acompanhado de uma belíssima mulher, o sujeito entrou na joalharia e mandou que ela escolhesse a jóia que quisesse, sem se preocupar com o preço.

Examina daqui, experimenta uma, depois outra, ela finalmente decide-se por um colar de ouro com diamantes e rubis. Preço: 458 mil.

Ele manda embrulhar, saca um talão de cheques e começa a preencher.

Assina, destaca e ao estendê-lo, percebe a fisionomia constrangida e preocupada do vendedor enquanto examina o cheque.

O cliente, então, num gesto de gentleman, toma a iniciativa:

-Vejo que está a pensar que o cheque pode não ter cobertura, não é?
É natural, eu também desconfiaria. Afinal, uma quantia tão grande...
Tudo bem, façamos o seguinte: hoje é sexta-feira e o banco já fechou, você fica com o cheque e com a jóia, na segunda-feira vai ao banco, levanta o dinheiro e manda entregar a jóia lá em casa desta senhora, ok?

Cheio de mesuras e agradecimentos pela compreensão, o vendedor encaminha o casal até a saída, desejando-lhes um bom fim-de-semana.

Na segunda-feira, o vendedor liga ao cliente para dizer-lhe que,
infelizmente, deveria ter havido algum equívoco do banco pois o cheque não tinha cobertura.

Ouviu, então, uma voz meio sonolenta:

Não há problema! Pode rasgar o cheque que eu já comi a gaja...

8 comentários:

  1. Estimado Amigo Pedro Coimbra,
    Quando eu tinha os meus 14 anitos já tinha ouvido essa história, era por isso que meu patrão não aceitava cheques!...
    Mas a gaja devia ser loira rsrsrsr
    Abraço amigo e cuidado com o NALGAE.
    Veja o artigo que escrevi sobre SEK PAK SEK VU.

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  2. Espero poder ler, Amigo cambeta.
    Ontem nem sequer consegui entrar no seu blogue (e em muitos outros).
    Um abraço

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  3. Caro Pedro
    O homem de facto tem uma grande capacidade de imaginação...
    Há uma outra em dois tipos gamaram uns cheques. Foram a uma ourivesaria e escolheram uma série de peças caras para pagar com um dos cheques falsos.
    Um deles depois da conta feita pôs-se a discutir o preço exigindo um bom desconto a que o dono da ourivesaria anuíu, pois não era todos os dias que fazia um negócio daquela monta. Acertado o preço final e passam o cheque.
    Cá fora o comparsa questionou. Porra tanto tempo a discuti o preço, sujeitos a ser-mos apanhados, porquê?
    O outro comparsa pura e simplesmente responde.
    Assim o homem da ourivesaria, perde menos.

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  4. Ahahahah... Não posso! Está muito boa!Uma caricatura do sexo masculino no seu melhor :p

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  5. Catarina,
    De uma parte do sexo masculino.
    Não tome a parte pelo todo.

    Carlota,
    Muito machista!!!!

    Bjs às duas

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  6. Pedro, cada um lê a parte que lhe interessa :) Não é?*

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