24 de janeiro de 2011

O cunhado


Em São Paulo, um cara passou mal no meio da rua, caiu, e foi levado para o setor de emergência de um hospital particular, pertencente à Universidade Católica, e administrado totalmente por Freiras.

Lá, verificou-se que teria que ser urgentemente operado no coração, o que foi feito com êxito.

Quando acordou, a seu lado estava a Freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:

- Caro Senhor, sua operação foi bem sucedida e o Senhor está salvo.

Entretanto, um assunto precisa sua urgente atenção: como o Senhor pretende pagar a conta do hospital? O Senhor tem seguro-saúde?

- Não, Irmã.

- Tem cartão de crédito?

- Não, Irmã.

- Pode pagar em dinheiro?

- Não tenho dinheiro, Irmã.

- Em cheque, então?

- Também não, Irmã.

- Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?

- Ah... Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não tem um tostão.

E a Freira:

- Desculpe que lhe corrija, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse.

Elas são casadas com Deus!

- Magnífico!
Então, por favor, mande a conta pro meu cunhado!

E foi então, que nasceu a expressão: "Deus lhe pague".

2 comentários:

  1. Boa, por vezes é assim que acontece, Deus lhe pague, mas como ninguém ainda o viu, e como tal o não conhecem, a conta essa vira calote!...
    A freiras é certo que não são solteironas, ao casadas com Desus, mas tem procuradores cá na terra, os padres, que fam bem as contas com as mulheres dos outros.

    Um abraço amigo cá deste ex seminarista

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  2. Aluno de um colégio de Jesuítas também, caro Cambeta, sei que eles não são mesmo nada franciscanos quando toca a dinheiro.

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