30 de setembro de 2010

Veja como as mulheres são autorizadas a conduzir na Arábia Saudita

Como é que se diz grande porra em alemão?

A esperança de ver o Benfica ganhar pela primeira vez na Alemanha em jogos oficiais, até porque do outro lado estava uma equipa fragilizada, que ainda não tinha ganho em casa esta época, esfumou-se depois de mais um jogo pobre da equipa encarnada.
Com as duas equipas a atravessarem um momento conturbado, o Schalke04 foi mais forte e ganhou o jogo (2-0) aproveitando dois erros dos benfiquistas.
O Benfica de ontem, que consentiu a quinta derrota em noves jogos oficais disputados, foi novamente uma equipa abúlica, fraca, sem soluções, sem imaginação, sem classe.
Todos esses predicados parecem ter-se transferido para Espanha e Inglaterra juntamente com Di María e Ramires.
Os jogadores contratados (Gáitan, Salvio, Jara) tardam a justificar as respectivas contratações e as verbas dispendidas nas mesmas.
Isto ao mesmo tempo que jogadores como David Luiz e Fábio Coentrão parecem ainda afectados pelas notícias que os colocaram em grandes colossos europeus.
Como uma desgraça nunca vem só, Cardozo lesionou-se.
Ainda não se sabe a extensão da lesão, mas parece algo grave.
E, com o Tacuara magoado, Jorge Jesus tem mais uma séria dor de cabeça (Kardec não convence).
No jogo de ontem, o Benfica praticamente não criou oportunidades de golo (um remate de Saviola logo no início será a excepção).
Pior, César Peixoto primeiro, David Luiz depois, facilitaram os golos alemães.
O Benfica fica numa posição complicada, obrigado a pontuar nos dois jogos que se seguem, ambos com o Lyon, estando os gauleses completamente tranquilos porque já somam duas vitórias e os correspondentes seis pontos.
Isto enquanto o Shalcke04 defronta os israelitas do Hapoel e tem boas possibilidades de somar os seis pontos em disputa.
Nada está perdido, longe disso.
Mas lá que está complicado, lá isso está.

Outros resultados:

Grupo A

Inter-Werder Bremen, 4-0
(Etoo, 22, 27 e 81; Sneijder, 34)

Tottenham-Twente, 4-1
(Van der Vaart, 47; Pavlyuchenko, 50 e 64 g.p.; Bale, 85) (Chadli, 56)

Grupo B

Schalke-Benfica, 2-0
(Farfán, 73; Huntelaar, 85)

Hapoel Tel-Aviv-Lyon, 1-3
(Enyeama, 79 g.p.) (Michel Bastos, 7 g.p. e 36; Pjanic, 90)

Grupo C

Glasgow Rangers-Bursaspor, 1-0
(Naismith, 18)

Valência-Manchester United, 0-1
(Hernandez, 85)

Grupo D

Rubin Kazan-Barcelona, 1-1
(Noboa, 23; David Villa, 59)

Panathinaikos-FC Copenhaga, 0-2
(Ndoye, 28; Vingaard, 37)

As séries da minha vida (18)

Agora a obra literária de Agatha Christie, numa série originalmente exibida na ITV em 1989 - Agatha Christie's Poirot (Poirot nos Estados Unidos).
David Renwick e Michael Baker escreveram o argumento da maior parte dos episódios, nos quais David Suchet é  Poirot.
Se Jeremy Brett conseguiu interpretar com genialidade Holmes, David Suchet foi ainda mais longe e transformou-se em Poirot.
Os tiques, os maneirismos, o mais ínfimo detalhe que Agatha Christie tinha imaginado para o detective belga, foram absorvidos na totalidade por David Suchet.
A série é brilhante - os ambientes, o guarda-roupa, os intépretes, o argumento.
David Suchet é fenomenal!
Mais um exemplo da genialidade de David Suchet

Terapia de grupo


Sessão de terapia de grupo.
Quatro pacientes estão reunidos.
O terapeuta pede que todos se apresentem, e digam qual é sua actividade e que comentem porque a exercem.
- O primeiro diz: - Chamo-me Francisco, sou médico porque me agrada tratar da saúde e cuidar das pessoas.
- O segundo se apresenta: - Chamo-me Ângelo. Sou arquitecto porque me preocupa a qualidade de vida das pessoas e como vivem.
- A terceira diz: - Chamo-me Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro peitos e rabos femininos e fico louca só de pensar em fazer sexo com mulheres.
- O quarto então diz: - Sou Manuel Joaquim e até há uns minutos atrás achava que era pedreiro, mas acabo de descobrir que sou é lésbica...

CURÇO DE INJENHARIA Á DISTANSSA (13)

Deicha qui eu fasso !

TAMBORLÂNDIA , baseada na igreja de Notre Dame.



"Ingglish!" (9)


Regresso aos anos oitenta (185)

29 de setembro de 2010

Serão estas as medidas necessárias para combater a especulação imobiliária?


Acompanhei com alguma curiosidade a divulgação das dez medidas que o Executivo pretende pôr em prática para travar a especulação imobiliária.
Não sou um especialista na matéria, longe disso!, mas confesso que, enquanto cidadão atento, fico com a sensação que Lee Chong Cheng foi muito feliz ao afirmar "que se está a coçar onde não se tem comichão".
Posso estar enganado, é bem possível até, mas, ao analisar as medidas agora anunciadas, não consigo afastar a ideia que as mesmas vão surtir um efeito exactamente oposto ao que se pretende.
Exactamente porque o Executivo foi "coçar onde não havia comichão".
Os valores anunciados para os empréstimos bancários (entre os 2.3 e os 3.3 milhões) julgo que vão funcionar, na prática, como referência para o mercado.
Que mercado?
O mercado que era suposto proteger dos efeitos perniciosos da bolha, isto é, a classe média de Macau, os jovens casais que procuram uma primeira habitação.
Esse mercado, que ainda encontra (com alguma dificuldade) habitação a preços inferiores aos 2.3 milhões de patacas, vai agora passar a pagar esse preço por uma habitação até aqui menos onerosa.
E o segmento de mercado logo a seguir, vai passar a pagar valores próximos dos tais 3.3. milhões.
Valores incomportáveis para a maioria dos jovens casais e para a classe média (ainda existe?) de Macau.
Tudo porque a verdadeira especulação, a febre desenfreada, o jogo sem regras, está a jusante.
E não é combatido com estas medidas.
Esse movimento algo demente está presente no que se qualifica, num eufemismo muito próprio de Macau, no chamado "mercado de luxo".
Estou a pensar nas habitações de preço superior aos 5 milhões de patacas, estas sim destinadas aos especuladores, a grande maioria investidores de fora de Macau.
E esse segmento permanece intocado.
Permanecendo intocado, continua desregrado e fica como referente para o resto do mercado.
E a lógica (?) continua a ser a mesma que tem funcionado até aqui - se, no prédio ao lado do meu, os apartamentos custavam 5 milhões, e agora custam 6, no meu prédio, onde custavam 2, têm de logicamente(?) passar a custar 3.
Preços muito inferiores aos praticados em Hong Kong, aliás.
Se me voltam a fazer esta comparação acho que bato em alguém!!
Espero estar enganado.
Porque, se não o estiver, vai ser novamente a classe média, e a fatia mais jovem da população, a ser atingida com estas medidas.
Porque lhe é restringido o recurso ao crédito, por um lado.
Porque não se combatem os verdadeiros especuladores, por outro.
Ou, voltando a Lee Chong Cheng, porque se foi coçar onde não havia comichão.
A especulação tem de ser travada combatendo os especuladores (subida acentuada de impostos nas transacções de habitações de "luxo", restrições na aquisição de habitação por parte de fundos de investimento e de investidores não residentes, por exemplo).
Não é criando mais dificuldades a quem já hoje enfrenta sérios problemas para adquirir uma habitação.
Para viver.
Não para realizar mais-valias no mercado.

Um sonho transformado em pesadelo

Dois jogos, duas derrotas, 9 golos sofridos e nenhum marcado.
É este o balanço da participação do Braga na Champions League.
Domingos fala em falta de sorte.
Muito mais do que falta de sorte, falta experiência, falta estaleca, falta dimensão a esta equipa do Braga.
Com a derrota de ontem, e com a vitória do Arsenal em Belgrado, o Grupo estará praticamente definido - Arsenal e Shakhtar seguirão para os oitavos; Braga e Partizan vão discutir uma vaga na Liga Europa.
E é neste cenário que a estrutura dos minhotos tem que se concentrar.
Como já tinha aqui escrito, o Braga conseguiu uma campanha fantástica na época passada muito porque a equipa esteve exclusivamente concentrada na Liga Sagres.
Este ano, com a dispersão de atenções em várias competições, as limitações do plantel minhoto tornam-se mais visíveis.
O que pretendem os dirigentes do Braga?
Uma participação mais activa nas competições europeias, ou um novo brilharete na Liga Zon Sagres?
Conciliar as duas coisas, já se percebeu que não é possível.
Está na hora de optar.
Uma opção arriscada e complexa, porque as derrotas, pesadas!!, na Champions, vão ter reflexos nas provas internas.
Bem vistas as coisas, a derrota do Braga não é nada surpreendente.
O Shakthar está habituado a estas participações.
Tem uma equipa jovem, sobretudo do meio-campo par a frente, mas com jogadores de grande classe.
Aliás, este Shakthar é uma das equipas que está a formar, e a dar experiência, a jogadores que poderão muito bem ser a base da selecção brasileira em 2014.
Muito fortes para um Braga muito inexperiente.



Outros resultados e marcadores:

Grupo E

Basileia-Bayern Munique, 1-2
(Frei, 18) (Schweinsteiger, 56 g.p. e 90)

Roma-Cluj, 2-1
(Mexés, 69; Borriello, 71) (Rada, 78)

Grupo F

Spartak Moscovo-MSK Zilina, 3-0
(Ari, 34 e 61; Ibson, 88)

Chelsea-Marselha, 2-0
(Terry, 7; Anelka, 28 g.p.)

Grupo G

Ajax-Milan, 1-1
(Hamdaoui, 23) (Ibrahimovic, 37)

Auxerre-Real Madrid, 0-1
(Di María, 80)

Grupo H

Sp. Braga-Shakhtar Donetsk, 0-3
(Luiz Adriano, 56 e 72; Douglas, 90)

Partizan Belgrado-Arsenal, 1-3
(Cléo, 33 g.p.) (Arshavin, 15; Chamakh, 71; Squillaci, 82)

As séries da minha vida (17)

A obra literária de Sir Arthur Conan Doyle levada ao ecrã pela mão de Michael Cox, numa produção da Granada Television, exibida entre 1984 e 1994 na ITV - The Adventures of Sherlock Holmes.
Uma série onde são recriados com minúcia os ambientes de época, e que vive muito graças à fidelidade à obra de Conan Doyle e ao desempenho fenomenal de Jeremy Brett (Holmes) e David Burke (Watson).
42, das 60 obras de Conan Doyle, adaptadas ao pequeno ecrã numa série com  o selo de qualidade que as produções da Granada Television asseguram.
Jeremy Brett e David Burke
O fantástico Jeremy Brett

Quando se é do campo, olha-se para as coisas de maneira um pouco diferente...


"Ingglish!!" (8)


CURÇO DE INJENHARIA Á DISTANSSA (12)

Deicha qui eu faço!



estou em dúvida... o que está + perfeito: assentamento de tijolos ou alinhamento da viga ?

Regresso aos anos oitenta (184)

28 de setembro de 2010

Protestar é preciso

Na próxima sexta-feira, dia 1 de Outubro, os "protestantes" de Macau vão sair à rua novamente.
A Associação de Mútuo Auxílio dos Operários de Macau (a malta dos ovos...) vai organizar uma "marcha lenta anti-Florinda Chan".
Com este calor, é mesmo melhor que seja lenta.
Arejada também, de preferência.
E estão a prever reunir cerca de mil pessoas.
Será que vão importar mão-de-obra?
Manifestantes, queria eu dizer...
Esta associação está ligada à Associação de Aliança dos Operários de Macau, por sua vez ligada à Associação Activismo pela Democracia.
E o que é que estes "operários" "democratas" fazem?
Obviamente, protestam.
Nem que seja contra a elevada percentagem de humidade que ainda se faz sentir à noite em Macau.
Mas há mais.
É que, a juntarem-se aos protestos, estão também a Associação de Aliança de Conterrâneos de Cinco Localidades de Guangdong (parece que vão protestar contra a sexta, que não quis vir) e a Associação de Construção e Armação de Ferro e Aço de China-Macau (ferro e aço era o que se chamava à malta de Ançã. Será malta de Ançã?).
E ainda há mais uns patuscos que também vão protestar, se vão manifestar.
Contra os japoneses e tudo!
Também estou com vontade de formar uma associação.
E protestar.
Contra os "protestantes profissionais", que, com a palhaçada que promovem com demasiada frequência, retiraram boa parte da credibilidade que algumas reivindicações genuinamente encerram.

Só sei que...

Só sei que nada sei
(Sócrates, filósofo grego, no templo de Delfos)
Só sei que nada cursei
(José Sócrates, primeiro-ministro português, no Palácio de São Bento)

As séries da minha vida (16)

Um outro detective, criado por Georges Simenon, que escreveu o argumento de alguns episódios, uma série televisiva originalmente exibida pela BBC entre 1960 e 1963 - Maigret.
Georges Simenon, Giles Cooper, Margot Bennet, Roger East, Donald Bull, Elaine Morgan, foram os argumentistas da série televisiva.
52 episódios com Rupert Davies, Ewen Solon e Neville Jason como protagonistas, e com a música de Ron Grainer no genérico.
Se esta série foi a que maior fama atingiu, o Maigret exibido em França, com Jean Gabin como protagonista, é ainda hoje tido como o mais fiel ao personagem dos livros de Simenon.
Ao contrário do ar desleixado de Columbo, Maigret tem os tiques tradicionais do personagem clássico dos policiais.
Com o charme françês que a constante presença do cachimbo acentua e sublinha.
O genérico
Para recordar

O barbeiro


Um homem entra no salão do barbeiro, e pergunta:
«Quanto tempo falta até chegar a minha vez?»
O barbeiro olha em volta do seu salão, e responde:
«Mais ou menos 2 horas!».
O homem sai.

Passam mais alguns dias e o mesmo homem volta à barbearia e pergunta:
«Quanto tempo falta até chegar a minha vez?»
O barbeiro olha de novo em volta do seu salão, e responde:
«Mais ou menos 3 horas!».

O homem sai.

Passa uma semana e o mesmo homem entra na barbearia e pergunta de novo:
«Quanto tempo demora até chegar a minha vez?»
O barbeiro olha em sua volta e responde:
«Mais ou menos 1 hora e meia!».
O homem sai.
O barbeiro vira-se para um seu amigo que se encontrava na barbearia e diz-lhe:
«Oh Paulo, faz-me só um favor! Segue aquele homem e vê para aonde ele vai.

O gajo sempre que entra aqui, pergunta quanto tempo até a sua vez, mas nunca mais volta».

Uns minutos depois, Paulo regressa ao salão a matar-se de rir histericamente.
O barbeiro curioso pergunta-lhe:
«Então? Onde é que ele vai depois daqui?»
O amigo Paulo levanta a cara, enxuga as lágrimas, pára de dar gargalhadas e responde-lhe:

«O tipo quando sai daqui vai p'ra tua casa!»

"Ingglish" (7)


CURÇO DE INJENHARIA Á DISTANSSA (11)

Deicha qui eu faço!
seria um guarita?

Regresso aos anos oitenta (183)

27 de setembro de 2010

O cogumelo

Pois é, ser cogumelo, não está fácil, não!!!

Título do Hoje Macau



"Ciganos invadem Centro Cultural"

Estava capaz de apostar que isto é obra do Sarkozy....

Este "Leão" nem sabe miar!!

O Sporting, que eu encarava no início da época como uma incógnita, revela-se a cada jornada que passa uma equipa quase banal, sem classe, desarrumada, nervosa, com problemas internos, com jogadores desmotivados, a fazerem passar a ideia que estão ali a aturar um grande frete.
Perder dez pontos em seis jogos, para uma equipa como o Sporting, é inadmissível.
Perder pontos como os perdeu ontem (empate a 1 em Alvalade com o Nacional) é intolerável.
Ver jogadores alheadaos do jogo, a criarem problemas, mau ambiente, exige medidas drásticas.
Paulo Sérgio ontem deu um bom exemplo nesse sentido ao deixar Djaló e Liedson no balneário ao intervalo.
Para além de estarem a passar completamente ao lado do jogo, estes dois tontos ainda se envolveram em discussões no balneário.
Sou só eu, ou é muito estranho que Liedson se envolva em discussões com toda a gente (Paulo Bento, Pedro Barbosa, Sá Pinto, Carvalhal, Costinha, Djaló,..)?
Aliás, e a acerca de Liedson, a ideia que tenho, cada vez mais!!, é que o luso-brasileiro decidiu que a sua carreira tinha acabado depois do Mundial da África do Sul.
Esqueceu-se foi de comunicar essa decisão.
E esse é um grande problema.
Com uma situação financeira estável, com uma carreira longa, com alguma veterania, depois de já ter jogado um Mundial, Liedson decidiu que agora é tempo de gozar uma reforma dourada.
Quando é que vai assumir essa decisão?
Djaló tem um problema mais sério - é um garoto!
Por mais oportunidades que lhe sejam dadas, Djaló continua a ser um "pintas", agora com a cabeça em Génova.
Os companheiros, com destaque para  Simon Vukcevic (grande jogo!!) e os meninos André Santos, Saleiro e Diogo Salomão, não merecem gente desta.
Foi essa a mensagem que Paulo Sérgio passou.
Ao intervalo, num jogo que o Sporting tinha que ganhar, em Alvalade, com o público revoltado, Paulo Sérgio mostrou liderança.
Deixou as duas "vedetas" no balneário, deu oportunidade a Saleiro e Salomão, o Sporting adiantou-se no marcador, mas surgiu depois o problema de fundo desta equipa do Sporting - falta classe.
Um simples exercício para explicar o que penso - quanto jogadores do onze do Sporting teriam entrada no plantel do Porto e do Benfica?
Pois....
Têm a palavra os dirigentes do Sporting.
Pelo que se vê do trabalho de Costinha e Bettencourt, se fosse adepto do Sporting, não ficaria nada tranquilo.

As séries da minha vida (15)

Ontem tinha deixado a promessa de dedicar esta semana aos policiais.
Começo com uma série que inverteu o que era o hábito em todas as séries do género - Columbo.
Ao contrário do que era (é) hábito, os episódios de Columbo começavam por mostrar ao espectador o crime e o criminoso.
Depois, num processo inovador, aparecia o detective a procurar descobrir aquilo que já todos conhecíamos.
Com o seu estilo único, aquele hábito de fazer "só mais uma pergunta", normalmente com uma referência a Mrs. Columbo, uma constante ausente sempre presente.
Com Peter Falk como protagonista, a série, criada por Richard Levinson e William Link, foi originalmente exibida pela cadeia NBC em 1968.
Peter Falk encarnou o oposto do detective charmoso, com grandes bólides (o Peugeot 403 era uma das imagens de marca da série), rodeado de grandes beldades.
Mas a série tinha uma aura única que ainda hoje deixa saudades.
Um exemplo típico da técnica utilizada pelo detective

E a frase sempre ouvida - "só mais uma coisa"

Caso verídico - British Airways


A situação que se segue aconteceu num voo da British Airways, entre Joanesburgo (África do Sul) e Londres.
Uma mulher (branca), de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar em classe económica e viu que estava ao lado de um passageiro negro.

Visivelmente perturbada, chamou a hospedeira de bordo.

-'Algum problema,minha senhora?' - perguntou a hospedeira.

-'Não vê?' - respondeu a senhora -'Vocês colocaram-me ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Tem de me arranjar outro lugar.'

-'Por favor, acalme-se!'- disse a hospedeira -'Infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'.

A hospedeira afasta-se e volta alguns minutos depois.

- Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre em classe económica. Falei com o comandante e ele confirmou que temos apenas um lugar em primeira classe'.

E antes que a mulher fizesse algum comentário, a hospedeira continua:

- Veja, não é comum que a nossa companhia permita que um passageiro da classe económica se sente na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.

E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:

- Portanto, senhor, caso queira, por favor pegue na sua bagagem de mão, pois reservamos para si um lugar em primeira classe...'

Todos os passageiros que, estupefactos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

"O QUE ME PREOCUPA NÃO É O GRITO DOS MAUS. É O SILÊNCIO DOS BONS..."

MARTIN LUTHER KING

"Ingglish!!" (6)


CURÇO DE INJENHARIA Á DISTANSSA (10)

Deicha qui eu faço

porta para anorexicas com mais de 2 metros de altura!

Regresso aos anos oitenta (182)

26 de setembro de 2010

Um "Dragão" que só sabe ganhar, uma "Águia" que começa a voar, e uns "Estudantes" que já estão no segundo lugar

Começa a ser complicado escrever acerca do Porto de André Villas-Boas.
Esta equipa parece que está programada para ganhar.
Um exterminador implacável, este "Dragão" conta por vitórias os jogos oficiais que realizou até agora (e já são 10!!), joga bem, mostra soluções, deixa a sensação que ainda consegue ir mais longe e que ainda tem soluções para mostrar (James, Guarin e Mariano). 
Limites?
Para já, não estão ali à vista.
Existirão, mas estão muito bem dissimulados.
André Villas-Boas está a demonstrar que era inteiramente verdade o que afirmava.
O jovem técnico do Porto está efectivamente muito mais perto de Bobby Robson do que de Mourinho.
O Porto de Villas-Boas ganha (ontem por 2-0).
Como o de Mourinho ganhava.
Mas joga bonito, quer agradar.
E aí é mais a imagem de Bobby Robson.
O rendilhado do meio-campo (Moutinho e Fernando estão numa forma extraordinária!), a fórmula que o britânico repetia à exaustão ("passe precise, passe precise!!"), estão ali em todo o esplendor.
À frente, um lutador (Falcao, que anda arredado dos golos) e dois desiquilibradores (Hulk e Varela).
Parece simples.
Ontem, para ser tudo perfeito, a estreia de Otamendi com um golo.
Esta é a defesa que prevejo vá fazer maior parte da época (Fucile, Rolando, Otamendi, Álvaro Pereira).
O Porto ganha, não apresenta debilidades, está com uma confiança tremenda, joga bonito.
Um Porto moldado por Villas-Boas, muito à imagem de Bobby Robson, salpicado com a segurança e o pragmatismo de Mourinho.
Entusiasmante para quem gosta de futebol.
Na Madeira, um Benfica, que se reencontra depois de um começo de época horrível, venceu um Marítimo que desilude mais e mais  a cada jogo que passa.
O Benfica ganhou (1-0, golo de Coentrão), e só ficou a dever a si próprio o facto de não ter marcado muitos mais golos.
Cardozo e Saviola desperdiçaram oportunidades mais do que suficientes para garantir uma goleada.
O Benfica ainda está muito longe da equipa que encantou na época passada, mas já está no caminho da equipa forte, temível que se prevê que venha a ser.
O Marítimo, que prometia lutar por um lugar de acesso às competições europeias, anda nos lugares de fundo de tabela.
Muito fraquinha esta equipa madeirense.
Nos lugares de acesso às competições europeias (grupo dos segundos classificados), está a Académica de Jorge Costa.
Com a vitória (3-1) frente ao Guimarães, a Briosa juntou-se aos vimarenenses e bracarenses no grupo de segundos classificados.
A Académica marcou primeiro.
O Guimarães ainda empatou.
Surgiu então um golaço de Sougou (mais um!) para Laionel resolver definitivamente a questão já no final do jogo.
Vivem-se tempos de alegria, de alguma euforia até, em Coimbra.
Tudo porque os "pardalitos do Choupal", versão Jorge Costa, ganham e entusiasmam.
Depois de Domingos e de André Villas-Boas, a Académica está a lançar Jorge Costa.
Provando que Coimbra, também na formação de jovens treinadores, ainda é uma lição.

As séries da minha vida (14)

A semana começou no Oeste americano, e é no Oeste americano que vai acabar.
Com uma série que foi originalmente exibida entre 1949 e 1957 na cadeia ABC.
O cowboy mascarado, The Lone Ranger.
Produto da imaginação de George W. Trendle e Fran Striker, a série criou uma identificação no público entre a figura do cowboy solitário e o actor que a interpretava - Clayton Moore.
Outros houve, nas cinco épocas em que a série apareceu nos ecrãs, mas nenhum com a fama e projecção de Clayton Moore.
Acompanhado do seu amigo Tonto, que frequentemente o tratava por Kemo Sabe, partindo em direcção ao pôr-do-sol no seu cavalo branco Silver, o Lone Ranger gritava "Hi-yo, Silver, away!" .
Em fundo, uma voz perguntava -  "Who was that masked man, anyway?" "Why, he's the Lone Ranger."
Frases que, com a música (William Tell Overture), são marcas na memória de muitas gerações.
Ainda no corrente ano, 60 anos depois de ser originalemente exibida, a série era continuava a aparecer nos ecrãs americanos, onde se tornou um ícone na televisão.
A partir de amanhã, o crime, o mistério, os policiais.
O genérico
The Lone Ranger e Tonto

"Ingglish!!" (5)

CURÇO DE INJENHARIA Á DISTANSSA (9)

Deicha qui eu fasso !


qual a utilidade de uma torneira aí?

Regresso aos anos oitenta (181)

25 de setembro de 2010

Vítor Baía poderia ser um bom presidente da FPF?

Não é uma sondagem, nem um estudo de opinião (já há disso que chegue..), é só uma....chamemos-lhe auscultação informal.
Isso mesmo, uma auscultação informal!
(Esta da auscultação informal é boa, confessem lá?!)


Vítor Baía: «Estou disponível para ajudar o futebol português»
Não fecha porta a eventual candidatura à FPF
 
Qual é a vossa opinião?
Vítor Baía poderia ser um bom presidente da FPF?

Braga volta às vitórias

O Braga voltou às vitórias na Liga (3-1 frente à Naval).
Ainda que com uma exibição algo descolorida, a equipa de Domingos conseguiu sacudir alguma da pressão que vinha sentindo recentemente.
Tudo à custa de uma equipa (Naval) que tarda a encontrar-se e cujo treinador parece já ver a sua continuidade em perigo.
O jogo de ontem fica marcado pelo regreso aos golos, e às boas exibições, de Mossoró.
E também por dois golos algo caricatos.
Os dois primeiros do Braga.
No primeiro, depois de uma espécie de tiro ao boneco, à terceira tentativa, Mossoró conseguiu marcar.
No segundo, um alívio de um defesa da Naval, um enorme balão, a bola a ciar calmamente junto à trave da baliza, e o guarda-redes da Naval a sair muito mal no retrato.
O Braga ainda chegaria ao 3-0, golo de Paulo César, para a Naval reduzir já em cima do minuto 90.
O Braga volta às vitórias, ganha alguma tranquilidade e confiança, essenciais em vésperas de mais um jogo europeu.

As séries da minha vida (13)

Quem é que não leu os livros de Enid Blyton na juventude?
A ITV, em 1978, resolveu transportar para a televisão as aventuras d' Os Cinco (The Famous Five), num conjunto de 26 episódios.
Com Michele Gallagher a interpretar Georgina, Marcus Harris (Julian), Jennifer Thanisch (Anne), Gary Russell  (Dick), Toddy Woodgate  (Timmy), argumento de Gloria Tors, Gail Renard, Richard Carpenter e Richard Sparks, muito fiel à obra literária de Enid Blyton, e realização de Peter Duffell, Don Leaver, James Gatward e Mike Connor, esta foi uma das séries que era obrigatório acompanhar.
Eu, e os amigos, todos fãs dos livros de Enid Blyton, com uma imaginação muito fértil (explorar grutas em busca de tesouros escondidos, de bandidos fugidos à justiça), devorámos a série com um fervor semelhante ao que tínhamos colocado na leitura dos livros.
O genérico (lembram-se?)
Algumas imagens da série para matar saudades

PORTUGAL É DO MELHOR…

Um cajado peculiar
Numa praça da zona histórica de Braga, exactamente em frente à Igreja de São Paulo, ergue-se um modesto monumento a um dos primeiros arcebispos da cidade, D. João Peculiar.
Foi amigo e conselheiro de Afonso Henriques naquele conturbado período da fundação de Portugal (1142). Deve ter sido a pessoa mais importante a seguir ao monarca, pois foi ele quem colocou na cabeça de Afonso a coroa de primeiro rei de Portugal, na cerimónia que terá decorrido nas Cortes de Lamego.
Não conheço o pretexto, mas exactamente 828 anos depois da sua morte, a cidade de Braga pretendeu prestar-lhe uma homenagem. Vai daí encomendou ao escultor Raul Xavier uma estátua em corpo inteiro e tamanho real que simbolize o afamado arcebispo. “Simbolize”, digo eu, pois não há, de facto, nenhum registo fisionómico verídico em que se fiar; nem sequer de Afonso Henriques, que era o seu rei.
O escultor, embora não se tenha deixado tentar pelas ousadias modernistas, decidiu, ainda assim, inovar declaradamente em matéria de iconografia religiosa.
· Primeira inovação: a mitra ― aquele típico chapéu cerimonial de bispos e arcebispos ― é excessivamente pequena e, por isso, incaracterística. É mais comparável ao capacete de combate que as estátuas de Afonso Henriques costumam exibir.
· Segunda inovação: o bispo é apresentado sem mangas, apesar de estar vestido com os paramentos episcopais completos: nisso também se assemelha aos retratos que fizeram do Rei Afonso. Se há coisa que dá nas vistas nas representações de bispos e outros dignitários da Igreja, ou da Corte, é a profusão de tecidos, brocados e rendas com que os cavalheiros posavam para o retrato. Era um sinal de estatuto.
(São Luís de Toulose e Santo Agostinho, ambos bispos, representados por pintores da Renascença.)
· Terceira inovação: o estranho báculo que o clérigo ostenta com a mão esquerda. É sabido que o papel simbólico dos bispos na cristandade é o de serem os pastores de um rebanho de fiéis, e o atributo dessa função é o cajado, ou báculo. Habitualmente esse cajado tem um desenho característico que permite a sua rápida identificação, em pinturas e esculturas, ao longo dos séculos: costuma rematar-se, em cima, por uma forma espiralada, mais ou menos decorada. Assim foram sempre representados bispos, arcebispos e mesmo o Papa.
Mas em Braga não. Em Braga trabalha-se e inova-se. O arcebispo Peculiar é representado com um báculo que se remata em cima por um genital masculino completamente óbvio. Uma pila enorme e mole!
Quando vi pela primeira vez esta escultura, logo imaginei o gozo que deve ter sido o acolhimento público quando ela foi inaugurada em Dezembro de 2003. Cartas e fotos aos directores dos jornais, clips nos noticiários das TVs, chacota da estudantada liceal e universitária, diligências discretas junto da autarquia, promotora da iniciativa. É que um seminário fica logo ali ao lado. Mas parece que nada aconteceu. Nem sequer os pintores de grafittis, activos em todo o lado, nem eles se lembraram de deixar a sua marca.
Só posso concluir que Portugal está muito diferente, sem capacidade crítica nem gosto pelo bom humor. Braga era antigamente conhecida como a mais conservadora e beata das cidades portuguesas. Com uma catedral com mais de mil anos, os seus seis seminários e numerosos conventos femininos, um cabido forrado de doutos cónegos e o título da Roma Portuguesa, a sua fama já vem de muito longe. Até o herói da “Relíquia”, de Eça, se referia com chalaça ao excessivo clericalismo da cidade dos arcebispos.
Por isso eu imaginava que esta escultura iria desencadear por parte do clero e das boas-famílias locais uma reacção ao “despudor do cajado”, ou uma algazarra de troça da parte mais jovem e descomprometida da sociedade. Nem uma nem outra. Nem deram por nada. Comem por bom tudo o que lhes ponham na frente.
Só para acabar: na placa de latão, onde se divulga, em letra de tamanho quase ilegível o nome do escultor, refere-se a data de nascimento de D. João Peculiar como se fosse em 1139, o que é um disparate, ou uma “inovação” do mesmo teor das outras acima referidas. Os livros sérios de História dizem que se desconhece a sua data de nascimento, mas que deve ter sido à volta de 1100. Não podia ter sido em 1139: de facto, em 1142, já Arcebispo de Braga, estava ele a coroar o Rei Afonso e é bastante improvável que o tenha feito aos três anos de idade. A menos que a data se refira ao período em que o prelado comandou a diocese, mas não são dadas mais explicações.

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CURÇO DE INJENHARIA Á DISTANSSA (8)

Deicha qui eu fasso !


cuidado ! ciclomotor perigoso !

Regresso aos anos oitenta (180)

24 de setembro de 2010

Os porcos triunfaram


Quando George Orwell escreveu "Animal Farm", traduzido para português com o título "O Triunfo dos Porcos", estaria por certo a pensar em energúmenos como Mahmoud Ahmadinejad, essa figura abjecta que é Presidente da República Islâmica do Irão.
Infelizmente, a premonição do escritor confirma-se.
Os porcos triunfaram.
Espalhados pelo Mundo, há muitos porcos que simbolizam esse triunfo.
Um dos que é mais igual que os outros, é Mahmoud Ahmadinejad.
Ontem, ao discursar perante a Assembleia Geral das Naçoes Unidas, o facínora voltou a pôr em causa a veracidade dos atentados ocorridos em solo americano.
Na cidade que o recebeu, onde estava a deixar escorrer aquela prosa viscosa.
Mahmoud Ahmadinejad, que já foi capaz de colocar em causa o Holocausto, que apela constantemente à destruição de Israel, que já tinha colocado em causa a veracidade dos atentados de 11 de Setembro, foi agora humilhar quem o recebeu, ofender a memória dos milhares de vítimas inocentes, precisamente em solo americano.
A malvadez desta torpe criatura não conhece limites.
Com este gesto aviltante, Mahmoud Ahmadinejad conseguiu deixar claro, se tal ainda fosse necessário, que as Nações Unidas são, nos dias de hoje, uma das mais inúteis criações da Humanidade.
Pensada como um espaço de paz e de diálogo, a organização transformou-se num palco onde é permitido impunemente soltar as maiores barbaridades.
Com uma cobertura noticiosa, uma atenção mediática, nunca vista.
Os representantes dos Estados Unidos e da União Europeia saíram da sala enquanto a língua viperina de Mahmoud Ahmadinejad proferia aqueles dislates.
Terão ido tomar um café, exprimir a sua profunda indignação, quem sabe até congeminar algum terrível protesto formal.
Depois disso, calmamente voltaram à sala e deu-se seguimento à ordem dos trabalhos.
Alguém duvida que, se Adolf Hitler fosse hoje vivo, teria espaço na Assembleia Geral das Nações Unidas para expôr as suas ideias e apelar ao extermínio?
Para exaltar as virtudes da raça ariana?
Num palco priveligiado.
As Nações Unidas, na actualidade, são a quinta onde os porcos orgulhosamente exibem o seu triunfo.
Precisamente o oposto do que se pretendia com a sua criação.
 

Para começar bem o fim-de-semana

As séries da minha vida (12)


Agora em 1981, uma série espanhola, originalmente exibida na TVE - Verano Azul, traduzida para português por Verão Azul.
As aventuras de um grupo de jovens durante as suas férias de Verão, na Costa Sul de Espanha.
Quique, Javi, Pancho, Bea, Desi, Tito e Piraña, com idades entre os oito e os dezasseis anos, travam amizade com dois adultos, a pintora Julia e o antigo marinheiro, que ainda vive no seu barco, agora "ancorado" no alto da montanha, Chanquete.
Um sábio, Chanquete guia os seus jovens amigos num processo de crescimento em tempo de férias.
Com argumento de José Sandín, e 19 episódios gravados na cidade de Nerja, Verão Azul foi mais uma série juvenil a conseguir grandes audiências na Europa e a conseguir rivalizar com as séries produzidas nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha.
O genérico
Chanquete e os seus jovens amigos

A VELHICE É UMA MERDA



Um jovem casal passou a lua de mel numa linda cidade.
Numa casa de espectáculos porno o cartaz anunciava: 'HOJE, O FABULOSO BARRA DE FERRO'.
Entraram e o show começa com BARRA DE FERRO, 35 anos, numa cama com um loura, uma morena e uma ruiva, que ele "avia" uma a uma... e depois repete.
As três mulheres, exaustas, deixam o palco, enquanto BARRA DE FERRO agradece ao público, que aplaude efusivamente, de pé.
Sob o rufar de tambores, uma mesinha com 3 nozes foi colocada bem no centro do cenário.
BARRA DE FERRO quebrou as 3 nozes com o
pénis, com pancadas precisas.
O público foi à loucura e o "artista" ovacionado durante vários minutos!
Passados 25 anos, para recordar os velhos tempos, o casal decidiu comemorar as bodas de prata na mesma cidade.
Passearam pelos mesmos lugares e, diante da mesma casa viram, surpresos, o mesmo cartaz muitíssimo gasto: 'HOJE, O FABULOSO BARRA DE FERRO'.
Não hesitaram, entraram e, no palco, quem estava lá?
O BARRA DE FERRO, agora com 60 anos, enrugadinho, cabelos brancos, a aviar as 3 mulheres com o mesmo pique.
Não dava para acreditar!
Quando os tambores começaram a rufar, foi colocada no centro do palco a mesma mesinha, agora com 3 cocos, que ele quebrou com o pênis com a mesma precisão.
Boquiaberto, o casal foi ao camarim para cumprimentar pessoalmente o fabuloso BARRA DE FERRO e, curiosos, perguntam-lhe o motivo da mudança das nozes para cocos.
Meio envergonhado, ele respondeu:

- A VELHICE É UMA MERDA! A VISTA ENFRAQUECEU... E EU JÁ NÃO CONSIGO ACERTAR NAS NOZES...

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CURÇO DE INJENHARIA Á DISTANSSA (7)

Deicha qui eu faço

cagador colectivo....



Regresso aos anos oitenta (179)

23 de setembro de 2010

Definitivamente, quem não chora, não mama!!

E, quando pensávamos que já tínhamos visto tudo o que havia para ver no futebol português, descobrimos que há sempre a possibilidade de aparecer um qualquer Vítor Pereira a pedir desculpa ao Benfica pelos erros de arbitragem cometidos em Guimarães.

As séries da minha vida (11)

1970, uma co-produção francesa, suíça, belga e canadiana, "Les Galapiats", traduzida para português por "Os Pequenos Vagabundos".
Aventuras sem fim, numa série com muita acção, alçapões, grutas, subterrâneos, bandidos, tesouros escondidos, paixões juvenis, mistério.
 Jean-Loup, um jovem parisiense de boas famílias, encontra o Cow-Boy e os seus amigos Byloke e Lustucru... Na região vão conhecer Franz, Christian... sem esquecer a bonita canadiana Marion-des-Neiges. Juntos, Os Pequenos Vagabundos vão partir à descoberta do tesouro perdido e envolver-se numa série de acontecimentos misteriosos. (Paris Match)
Uma série com realização do cineasta francês Pierre Gaspard-Huit, uma co-produção das televisões públicas francesa, suíça, belga e canadiana, roadada inteiramente na Bélgica.
Oito episódios com produção de Jan van Raemdonck, com Béatrice Marcillac (Marion), Phillipe Normand (Jean-Loup), Marc Di Napoli (Cow-Boy), Jean-Louis Blum (Byloke), Thierry Bourdon (Christian), Frédéric Néry (Franz), François Mel (Lustucru), Raymond Peira, Frédric Latin, Louis Boxus (os bandidos) e a partição especial dos «Blancs-Moussis».
O genérico
O par amoroso Jean-Loup e Marion des Neiges

O Alzheimer lá tem suas vantagens!

Aos 82 anos de idade, Frederico se casou com Ana, de 27 que, em consideração ao marido tão idoso, decide que devem dormir em quartos separados.

Terminada a festa do casamento, cada um vai pro seu quarto.

Ana se prepara pra deitar, quando ouve batidas fortes na porta...

As batidas insistem.

Ao abrir a porta, ela se depara com Frederico, com seus 82 anos, pronto pra ação.

Tudo corre bem e após uma relação quente e vigorosa...

Frederico despede-se e vai pro seu quarto.

Passados alguns minutos, Ana ouve novas batidas na porta do quarto...

É Frederico, novamente pronto pra ação.

Ela se surpreende, mas deixa-o entrar.

Terminada a relação, Frederico beija-a carinhoso e despede-se, indo pra seu quarto.

Ana se prepara pra dormir novamente, quando escuta fortes batidas na porta.

Espantada, Ana abre e se depara com... Frederico!!!

Mais do que pronto pra ação, com aspecto vigoroso e renovado.

Ela diz:

- Estou impressionada que em sua idade possa repetir a relação com esta freqüência.

Já estive com homens com um terço de sua idade e eles se contentavam apenas com uma vez.

Você Frederico, é um grande amante!

Desconcertado, ele pergunta:

- Eu já estive aqui antes???

MORAL DA HISTÓRIA

O Alzheimer lá tem suas vantagens!

"Ingglish" (2)

CURÇO DE INJENHARIA Á DISTANSSA (6)

Deicha qui eu fasso


tubinho", "sextavado"... grades e portas ...

Oscar Niemeyer morreria de inveja !